quinta-feira, 25 de setembro de 2014

QUERER VER O SENHOR

Meditação diária de Falar com Deus
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TEMPO COMUM. VIGÉSIMA QUINTA SEMANA. QUINTA‑FEIRA

16. QUERER VER O SENHOR

– Limpar o olhar para contemplar Jesus no meio dos afazeres normais.

– A Santíssima Humanidade do Senhor, fonte de amor e de fortaleza.

– Jesus espera‑nos no Sacrário.

I. NO EVANGELHO DA MISSA de hoje, São Lucas diz‑nos que Herodes desejava encontrar‑se com Jesus: Et quaerebat videre eum, procurava alguma maneira de vê‑lo1. Chegavam‑lhe freqüentes notícias do Mestre e queria conhecê‑lo.

Muitas das pessoas que aparecem ao longo do Evangelho mostram o seu interesse em ver Jesus. Os Magos apresentam‑se em Jerusalém com a pergunta nos lábios: Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer?2 E a seguir declaram o seu propósito: Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá‑lo: um propósito bastante diferente do de Herodes. Encontraram‑no no regaço de Maria. Noutra ocasião, uns gentios chegados a Jerusalém aproximaram‑se de Filipe e disseram‑lhe: Queremos ver Jesus3. E, em circunstâncias bem diversas, a Virgem, acompanhada de uns parentes, desceu de Nazaré a Cafarnaum porque desejava ver Jesus. Podemos imaginar o interesse e o amor que levaram Maria a querer encontrar‑se com o seu Filho?

Herodes não soube ver o Senhor, apesar de tê‑lo tão perto. Chegou até a ter oportunidade de ser ensinado por João Batista – que apontava com o dedo o Messias que já estava entre eles –, e, ao invés de seguir‑lhe os ensinamentos, mandou matá‑lo. Aconteceu com Herodes o mesmo que com aqueles fariseus a quem Jesus dirige a profecia de Isaías: Ouvireis com os ouvidos e não entendereis, olhareis com os olhos e não vereis. Porque o coração deste povo embotou‑se, e eles endureceram os ouvidos e fecharam os olhos...4

Pelo contrário, os Apóstolos tiveram a imensa sorte de gozar da presença do Messias, e de com Ele ter tudo o que podiam desejar. Ditosos os vossos olhos porque vêem, e os vossos ouvidos porque ouvem5, diz‑lhes o Mestre. Os grandes Patriarcas e os maiores Profetas do Antigo Testamento nada tinham visto em comparação com o que agora os seus discípulos podiam contemplar. Moisés tinha contemplado a sarça ardente como símbolo do Deus Vivo6. Jacó, depois da sua luta com aquele misterioso personagem, pôde dizer: Eu vi a Deus face a face7; e a mesma coisa Gedeão: Vi Javê face a face8... mas essas visões eram obscuras e pouco precisas em comparação com a claridade daqueles que vêem Cristo face a face: Porque em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não o viram...9 A glória de Estêvão – o primeiro que deu a vida pelo Mestre – consistirá precisamente em ver os céus abertos e Jesus sentado à direita do Pai10.

Jesus vive e está muito perto dos nossos afazeres normais. Temos de purificar o nosso olhar para contemplá‑lo. O seu rosto amável será sempre o principal motivo para sermos fiéis nos momentos difíceis e nas tarefas de cada dia. Temos que dizer‑lhe muitas vezes, com palavras dos Salmos: Vultum tuum, Domine, requiram...11, procuro, Senhor, a tua face... sempre e em todas as coisas.

II. QUEM BUSCA, ENCONTRA12. A Virgem e São José procuraram Jesus durante três dias, e por fim o encontraram13. Zaqueu, que também desejava vê‑lo, fez o que estava ao seu alcance e o Mestre adiantou‑se‑lhe fazendo‑se convidar para almoçar em sua casa14. As multidões ansiosas de estar com Ele tiveram a alegria de vê‑lo e ouvi‑lo15. Ninguém que de coração sincero tenha saído à busca de Cristo ficou frustrado.

Herodes, como se veria mais tarde na Paixão, procurava ver Jesus por curiosidade, por capricho... e assim não é possível encontrá‑lo. Quando Pilatos lho remeteu, Herodes, ao ver Jesus, ficou muito satisfeito, pois havia muito tempo que desejava vê‑lo, por ter ouvido muitas coisas acerca dele, e esperava vê‑lo fazer algum milagre. E fez‑lhe muitas perguntas, mas ele nada lhe respondeu16. Jesus não lhe disse nada, porque o Amor nada tem a dizer à frivolidade. Ele vem ao nosso encontro para que nos entreguemos, para que correspondamos ao seu Amor infinito.

Podemos ver Jesus quando desejamos purificar a nossa alma no sacramento da Confissão, quando não deixamos que os bens passageiros – mesmo os lícitos – tomem conta do nosso coração como se fossem definitivos, pois – como ensina Santo Agostinho – “o amor às sombras deixa os olhos da alma mais fracos e incapazes de ver o rosto de Deus. Por isso, quanto mais o homem dá gosto à sua debilidade, mais se introduz na escuridão”17.

Vultum tuum, Domine, requiram..., procuro, Senhor, a tua face... A contemplação da Santíssima Humanidade do Senhor é fonte inesgotável de amor e de fortaleza no meio das dificuldades da vida. Temos de aproximar‑nos muitas vezes das cenas do Evangelho, e considerar sem pressas que o mesmo Jesus de Betânia, de Cafarnaum, Aquele que acolhe a todos... é quem está presente no Sacrário e se sensibiliza com as nossas confidências.

No mesmo sentido, podem servir‑nos as imagens que representam o Senhor, para podermos ter uma recordação viva da sua presença, como o fizeram os santos. “Entrando um dia no oratório – escreve Santa Teresa de Jesus –, vi uma imagem que ali tinham trazido para guardar [...]. Era de Cristo muito chagado e tão devota que, olhando‑a, perturbei‑me toda de vê‑lo assim, porque representava bem o que passou por nós. Foi tanto o que senti por ter agradecido tão mal aquelas chagas, que o meu coração parecia partir‑se. E lancei‑me a Ele com um grandíssimo derramamento de lágrimas, suplicando‑lhe que me fortalecesse já de uma vez para não ofendê‑lo”18.

Este amor, que de alguma maneira tem de nutrir‑se dos sentidos, é fortaleza para a vida e um bem extraordinário para a alma. Há coisa mais natural do que procurar num retrato, numa imagem, o rosto dAquele que tanto se ama? A mesma Santa Teresa exclamava: “Desventurados os que por culpa própria perdem este bem! Parece que não amam o Senhor, porque, se o amassem, alegrar‑se‑iam de ver o seu retrato, como nesta vida dá contentamento ver o daquele a quem se quer bem”19.

III. IESU, QUEM VELATUM nunc aspicio...20 «Jesus, a quem agora contemplo escondido, rogo‑Vos se cumpra o que tanto desejo: que, ao contemplar‑Vos face a face, seja eu feliz vendo a vossa glória», rezamos no hino Adoro te devote.

Um dia, com a ajuda da graça, veremos Cristo glorioso, cheio de majestade, vir ao nosso encontro para nos receber no seu Reino. Reconhecê‑lo‑emos como o Amigo que nunca nos falhou, a quem procuramos servir mesmo nas coisas mais pequenas. Embora amemos muito este mundo em que vivemos e que é o lugar onde nos devemos santificar, podemos no entanto dizer com Santo Agostinho: “A sede que tenho é a de chegar a ver o rosto de Deus; sinto sede na peregrinação, sinto sede no caminho; mas saciar‑me‑ei quando chegar”21. O nosso coração só experimentará a plenitude com a posse dos bens de Deus.

Mas já temos Jesus conosco. Na Sagrada Eucaristia, temos Cristo completo: o seu Corpo glorioso, a sua Alma humana e a sua Pessoa divina, que se fazem presentes pelas palavras da Consagração. A sua Santíssima Humanidade, escondida sob os acidentes eucarísticos, encontra‑se presente no que tem de mais humilde, de mais comum conosco – o seu Corpo e o seu Sangue, se bem que em estado glorioso –, e de um modo especialmente acessível: sob as aparências do pão e do vinho.

Particularmente no momento da Comunhão e ao fazermos a Visita ao Santíssimo, temos de ir ao encontro do Senhor com um grande desejo de vê‑lo, de encontrar‑nos com Ele, como Zaqueu, como aquelas multidões que tinham postas nEle todas as suas esperanças, como os cegos, os leprosos... Melhor ainda, com o empenho ansioso com que o procuraram Maria e José.

Às vezes, pelas nossas misérias e falta de fé, pode ser‑nos difícil divisar o rosto amável de Jesus. É então que devemos pedir a Nossa Senhora um coração limpo, um olhar claro, um maior desejo de purificação. Pode acontecer‑nos o mesmo que aos Apóstolos depois da Ressurreição: estavam certos de que era o Senhor, tão certos que não se atreviam a perguntar‑lhe: Nenhum dos discípulos ousava perguntar‑lhe: Quem és tu?, sabendo que era o Senhor22. Era algo tão grande encontrar Jesus vivo – o mesmo de sempre – depois de vê‑lo morrer numa Cruz! É tão extraordinário encontrarmos Jesus vivo no Sacrário! Peçamos ao Senhor que nos limpe, que nos aumente a fé.

(1) Lc 9, 7‑9; (2) Mt 2, 3; (3) Jo 12, 21; (4) Mt 13, 14‑15; (5) Mt 13, 16; (6) cfr. Êx 3, 2; (7) Gên 32, 31; (8) Ju 6, 22; (9) Mt 13, 17; (10) At 7, 55; (11) Sl 26, 8; (12) Mt 7, 8; (13) cfr. Lc 2, 48; (14) cfr. Lc 19, 1 e segs.; (15) cfr. Lc 6, 9 e segs.; (16) Lc 23, 8‑9; (17) Santo Agostinho, O livre arbítrio, 1, 16, 43; (18) Santa Teresa, Vida, 9, 1; (19) ibid., 6; (20) Hino Adoro te devote; (21) Santo Agostinho, Comentário aos Salmos, 41, 5; (22) Jo 21, 12.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

A LUZ NO CANDEEIRO

Meditação diária de Falar com Deus
http://www.hablarcondios.org/pt/imprimir_meditacaodiaria.asp

TEMPO COMUM. VIGÉSIMA QUINTA SEMANA. SEGUNDA‑FEIRA

13. A LUZ NO CANDEEIRO

– Os cristãos devem iluminar o ambiente em que vivem.

– Prestígio profissional.

– Como astros no meio do mundo.

I. NO EVANGELHO DA MISSA1, lemos este ensinamento do Senhor: Ninguém acende uma lâmpada e a cobre com um vaso ou a põe debaixo da cama, mas põe‑na sobre o candeeiro, para que os que entram vejam a luz.

Quem segue o Senhor – quem acende uma lâmpada – deve trabalhar não só pela sua própria santificação, mas também pela dos outros. Jesus Cristo ilustra‑o com diversas imagens muito expressivas e acessíveis ao povo simples que o escutava. Em todas as casas se acendia a lamparina ao cair da tarde, e todos sabiam onde colocá‑la e por quê. A lamparina era acesa para iluminar e devia ser colocada no alto, talvez pendurada num suporte fixo previsto para esse fim. Não passava pela cabeça de ninguém escondê‑la de tal maneira que a sua luz ficasse oculta. Para que então iria servir?

Vós sois a luz do mundo2, tinha dito Jesus em outra ocasião aos seus discípulos. A luz do discípulo é a mesma do Mestre. Sem esse resplendor de Cristo, a sociedade jaz nas trevas mais espessas. E quando se caminha na escuridão, tropeça‑se e cai‑se. Sem Cristo, o mundo torna‑se difícil e pouco habitável.

Os cristãos devem iluminar o ambiente em que vivem e trabalham. Não se compreende um discípulo de Cristo sem luz: seria como uma lâmpada colocada debaixo de um vaso ou da cama. O Concílio Vaticano II salientou a obrigação do apostolado como um direito e um dever que nascem do Batismo e da Confirmação3, a ponto de afirmar que todo o membro do Corpo Místico “que não trabalha segundo a sua medida para o aumento desse Corpo, deve considerar‑se inútil para a Igreja e para si mesmo”4.

Este apostolado, que tem formas tão diversas, é contínuo, como é contínua a luz que ilumina os que estão na casa. “O simples testemunho de vida cristã e as boas obras feitas em espírito sobrenatural possuem a força de atraírem os homens para a fé e para Deus”5. Não é, pois, uma luz intermitente, porque resulta do brilho emitido permanentemente pelas obras dos que seguem o Mestre. “Onde quer que vivam, pelo exemplo da sua vida e pelo testemunho da sua palavra, todos os cristãos devem manifestar o novo homem de que se revestiram pelo Batismo, e a virtude do Espírito Santo que os revigorou pela Confirmação. Assim os outros, vendo as boas obras que fazem, glorificarão o Pai (cfr. Mt 5, 16) e compreenderão mais perfeitamente o genuíno sentido da vida e o vínculo universal da comunhão humana”6.

Vejamos hoje se aqueles que trabalham ombro a ombro conosco, os que vivem ao nosso lado, debaixo do mesmo teto, os que se relacionam conosco por um ou outro motivo, recebem de modo habitual essa luz que lhes indica amavelmente o caminho que conduz a Deus. É a luz da conduta irrepreensível e alegre, que flui espontaneamente de cada uma das nossas obras, sejam ou não vistas pelos homens, e que os impressiona precisamente porque flui de modo contínuo e natural.

II. O TRABALHO, o prestígio profissional, é o candeeiro sobre o qual deve brilhar a luz de Cristo. Que apostolado poderia realizar uma mãe de família que não cuidasse com esmero do seu lar? Como poderia falar de Deus aos seus amigos um estudante que não estudasse? Ou um empresário que não vivesse os princípios da justiça social com os seus empregados...?

O Senhor quer que o farmacêutico avie uma receita com competência, que o profissional liberal seja honesto e leal nos serviços que presta, que o funcionário público seja justo, atencioso e insubornável, que o taxista conheça bem as ruas da grande cidade, que o motorista de um meio público de transporte não maltrate os passageiros pela maneira precipitada e aos solavancos com que conduz... E os exemplos poderiam multiplicar‑se até o infinito.

Toda a vida do Senhor dá‑nos a entender que, sem a honestidade, a diligência e a perfeição na execução próprias de um bom trabalhador, a vida cristã fica reduzida, quando muito, a um feixe de desejos, talvez aparentemente piedosos, mas estéreis. Cada cristão deve “viver de tal modo que à sua volta se perceba o bonus odor Christi (cfr. 2 Cor 2, 15), o bom odor de Cristo; deve agir de tal modo que, através das ações do discípulo, se possa descobrir o rosto do Mestre”7.

Desde o começo da sua vida pública, o Senhor foi conhecido como o carpinteiro, filho de Maria8. E perante os milagres, a multidão exclamava: Fez tudo bem feito!9, absolutamente tudo: “os grandes prodígios e as coisas triviais, cotidianas, que a ninguém deslumbraram, mas que Cristo realizou com a plenitude de quem é perfectus Deus, perfectus homo (Símbolo Quicumque), perfeito Deus e homem perfeito”10. Jesus, que quis servir‑se de imagens tiradas dos mais diversos ofícios para exemplificar os seus ensinamentos, “olha com amor o trabalho, as suas diversas manifestações, vendo em cada uma delas um aspecto particular da semelhança do homem com Deus, Criador e Pai”11.

Para chegarmos a ter um sólido prestígio profissional, é necessário cuidarmos da formação própria da nossa atividade ou ofício, dedicar‑lhe as horas necessárias, fixar metas para aperfeiçoá‑la cada dia, mesmo depois de concluídos os estudos ou o período de aprendizagem. Os conhecimentos profissionais devem ser vistos por nós como um cabedal posto por Deus nas nossas mãos para que o façamos crescer. Não nos esqueçamos nunca de que, para nós, a vocação profissional é um elemento da vocação cristã.

Como conseqüência lógica desta seriedade no exercício da atividade profissional, o fiel cristão terá entre os seus colegas a reputação de bom trabalhador ou de bom estudante que lhe é necessária para realizar um apostolado profundo12. Quase sem o perceber, estará mostrando como a doutrina de Cristo se faz realidade no meio do mundo, numa vida corrente. E dará toda a razão ao comentário de Santo Ambrósio: as coisas parecem menos difíceis quando se vêem realizadas em outros13. E todos têm direito a esse bom exemplo da nossa parte.

III. É EVIDENTE que a doutrina de Cristo não se difundiu devido aos meios humanos, mas aos impulsos da graça. Mas também não há dúvida de que a ação apostólica edificada sobre uma vida sem virtudes humanas, sem valia pessoal, seria uma hipocrisia e motivo de desprezo por parte dos que queremos aproximar do Senhor. Por isso o Concílio Vaticano II formula estas graves palavras: “O cristão que negligencia os seus deveres temporais negligencia os seus deveres para com o próximo; negligencia sobretudo as suas obrigações para com Deus e põe em perigo a sua salvação eterna”14.

Seja qual for a profissão ou ofício que se desempenhe, o prestígio adquirido, dia a dia num trabalho feito com toda a consciência confere uma autoridade moral perante os colegas e companheiros que facilita a tarefa apostólica de ensinar, esclarecer, persuadir e atrair... É tão importante esta solidez profissional que um bom cristão não tem desculpa nenhuma para não adquiri‑la: para aqueles que se empenham em viver a fundo a sua vocação de filhos de Deus, o trabalho competente e os meios para consegui‑lo constituem um dever primário.

A competência e a seriedade com que se realiza o trabalho profissional converte‑se assim num candeeiro que ilumina os colegas e amigos15. A caridade cristã passa então a tornar‑se visível de muito longe, e a luz da doutrina projeta‑se dessa altura num círculo muito amplo; e por ser intensa, é uma luz que nunca deixa de ser familiar e próxima, acessível e cálida.

São Paulo exorta os primeiros cristãos de Filipos a viverem no meio daquela geração afastada de Deus de tal maneira que brilhem como astros no meio do mundo16. Assim aconteceu, e o exemplo que deram arrastava tanto que deles se pôde dizer: “O que a alma é para o corpo, isso são os cristãos no meio do mundo”17, como se pode ler num dos escritos cristãos mais antigos.

Peçamos a Nossa Senhora, Sede da Sabedoria, que nos ensine a ser fiéis ao cumprimento do dever profissional, a não trabalhar como diletantes, mas espremendo as nossas energias, como quem sabe que Deus nos vê a cada instante e espera de nós uma obra perfeita ao fim de cada jornada. Este testemunho da nossa inteligência e das nossas mãos será uma das melhores provas da nossa fé junto daqueles que queremos atrair para Deus.

(1) Lc 8, 16‑18; (2) Mt 5, 14; (3) cfr. Concílio Vaticano II, Constituição Lumen gentium, 33; (4) Concílio Vaticano II, Decreto Apostolicam actuositatem, 2; (5) ibid., 6; (6) Concílio Vaticano II, Decreto Ad gentes, 11; (7) Bem-aventurado Josemaría Escrivá, É Cristo que passa, n. 105; (8) Mc 6, 3; (9) Mc 7, 37; (10) Bem-aventurado Josemaría Escrivá, Amigos de Deus, n. 56; (11) João Paulo II, Carta Encíclica Laborens exercens, 14.09.81, 26; (12) cfr. Concílio Vaticano II, Constituição Lumen gentium, 36; (13) Santo Ambrósio, Sobre as virgens, 2, 2; (14) Concílio Vaticano II, Constituição Gaudium et spes, 43; (15) cfr. Bem-aventurado Josemaría Escrivá, Amigos de Deus, n. 61; (16) Fil 2, 15; (17) Epístola a Diogneto, VI, 1.

sábado, 20 de setembro de 2014

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