31/03/2014
Segunda-feira, 31 de março de 2014
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Is 65,17-21 Sl 30,2.4-6.11-13 Jo 4,43-54
A ALEGRIA DA QUARESMA E DA VIDA
“Alegrai-vos, pois, e regozijai-vos para sempre com aquilo que estou para criar ...” (Is 65,18)
Se o Senhor fizesse um chamado para você, você poderia encontrar alegria nele. Se Ele o chamar para uma vida em celibato, você teria motivos para se alegrar. Se o Senhor der a você e a sua esposa dez filhos, alegre-se por ter uma família numerosa. Ele nos chama ao arrependimento, nós partilhamos da grande alegria nos céus por um único pecador que se arrepende (Lc 15,7). Quando o Senhor nos concede o privilégio de sermos perseguidos por causa do Evangelho, nós devemos nos regozijar na medida em que partilhamos de seus sofrimentos (1Pd 4,13).
Existe mais alegria em sofrer com Jesus do que ter prazer sem Sua presença. A verdadeira alegria depende somente de uma resposta: “Foi criada pelo Senhor? É esta a Sua vontade?” No entanto, a alegria não significa se sentir bem, mas sim obedecer à vontade do Senhor (Sl 40,9). Isso faz com que seja possível se regozijar sempre (1Ts 5,16). Nada e nem ninguém pode tirar a nossa alegria. (Jo 16,22).
Não podemos nos sentir bem sempre, mas podemos sempre obedecer a Deus e assim sempre nos alegrarmos. De fato, não somente podemos nos regozijar no Senhor, mas também com a divina alegria que vem do Senhor. Nós podemos ter a alegria de Jesus (Jo 15,11). Mais ainda, esta divina alegria será a nossa força (Ne 8,10).
“Alegrai-vos sempre no Senhor! Repito: Alegrai-vos!” (Fl 4,4).
Oração: Pai, que nesta Quaresma a alegria da minha vida alcance a muitos (At 8,8).
Promessa: “Então o pai reconheceu ser precisamente aquela a hora em que Jesus lhe dissera: “o teu filho vive”; e creu, ele e todos os da sua casa.” (Jo 4,53)
Louvor: Felipe e sua esposa deixaram trabalho, casa e segurança, para se dedicarem a uma comunidade cristã.
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